Questões críticas na gestão do capital humano

Pesquisa realizada pela MicroPower em conjunto com o i4cp estará disponível a partir de 11 de maio na Biblioteca Learning & Performance Brasil

No próximo dia 11 de maio, o eBook com os resultados da pesquisa Questões críticas na gestão do capital humano já estará disponível para acesso na Biblioteca Learning & Performance Brasil. O estudo foi realizado durante março e abril de 2015, pela equipe de Soluções Consultivas da MicroPower em conjunto com os profissionais do i4cp e com apoio institucional e divulgação da ABRH – Nacional. 



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Soluções integradas de aprendizado

A evolução do aprendizado híbrido e os fatores que, juntos, garantem eficiência às organizações

No post anterior tratamos dos temas: treinamento em sala de aula e treinamento online. Destacamos os pontos fortes e limitadores de cada modelo, pensando nas aplicações para diferentes tipos de empresas e necessidades, e chegamos a mencionar que o aprendizado híbrido tornou-se viável para as organizações. O motivo? Sua rápida evolução.

Com o tempo, muitas empresas perceberam que integrar as soluções é melhor do que apostar todas as fichas em um único modelo de aprendizado para seus colaboradores. Conforme cita Marc J. Rosenberg, durante a bolha da Internet, quando a Lucent Technologies estava em ascensão, a companhia conseguia sustentar os custos dos treinamentos em sala de aula. A partir do momento em que precisou “apertar o cinto”, a empresa reverteu seus planos e passou a ministrar mais de 90% de seu treinamento no modo online. Após um período de testes, a empresa constatou que a dependência excessiva de uma estratégia de fornecimento não era econômica e efetiva. Dessa forma, estabeleceu que 65% do treinamento seria feito em sala de aula e 35%, online.




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Especificidades do treinamento em sala de aula e do treinamento online

A escolha pelo tipo de treinamento deve ser feita com base nas necessidades da empresa


Geralmente as empresas têm dúvidas sobre o melhor tipo de treinamento para seus colaboradores – em sala de aula ou online. Os dois modelos possuem características distintas, com funções e limitações, e podem atuar de forma complementar. Diferentes fatores influenciam a escolha, entre eles, o tipo de empresa, a quantidade de colaboradores e, claro, o tempo e a verba disponíveis.


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Sua empresa vai entrar no jogo?

O uso da Gamificação para treinamento de colaboradores

Há algum tempo, os games deixaram de ser passatempo ou “vício” de adolescente e tornaram-se verdadeiros aliados para as empresas. O uso de ideias e mecânicas dos jogos em um contexto não diretamente relacionado com jogos – a Gamificação (Gamification, em inglês) – engaja e proporciona interação entre colaboradores e empresa, transformando, de maneira divertida e descontraída, conceitos e experiências em simulações. 



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Hora da pausa

Como o ócio criativo estimula o bem-estar e, consequentemente, a produtividade dos colaboradores

Seja no escritório, em clientes ou fazendo home office, cada vez mais, as pessoas passam a maior parte do tempo trabalhando ou pensando em trabalho. Não apenas para garantir o sustento, mas para sentirem-se úteis, produtivas, em ação. 

Não há problema em amar o trabalho, pelo contrário. É, inclusive, bom para a saúde desempenhar uma atividade motivadora, que dê satisfação. A questão é que as pessoas sentem-se mal quando param e esse peso na consciência faz com que fique difícil desligar o celular ao chegar em casa, cumprir uma hora completa de almoço ou fazer a sesta (mesmo aos sábados e domingos).




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Cultura da inovação

As pessoas precisam ser estimuladas e treinadas para contribuírem com ideias

Para acompanhar a revolução tecnológica, os profissionais buscam formas de adaptação e superação no mercado de trabalho. Larry Page, presidente e cofundador do Google adiantou em uma entrevista ao jornal americano The Financial Times, no final de 2014, que 90% do trabalho feito atualmente por humanos será realizado por robôs em alguns anos. 

Certo ou errado, Page nos direciona a um dos temas mais comentados do momento: a inovação. Como até agora não temos registros de máquinas criativas ou inovadoras, esse campo ainda é de domínio do homem – ainda bem! Mas o que faz um profissional ser inovador? Há técnicas para estimular essa característica? Como trabalhar a inovação e fazer dela um diferencial em uma empresa? 




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Por reuniões mais produtivas

Dicas que irão fazê-lo ganhar tempo e garantir qualidade de suas reuniões

Quem nunca ouviu a ideia de que fazer reunião é a melhor forma para matar tempo? Quando em excesso, para discutir todo tipo de assunto e sem objetivos claros, as reuniões realmente podem atrapalhar o andamento do trabalho e parecerem sem fundamento. 

No entanto, reuniões são necessárias para o acompanhamento de atividades e processos realizados em uma empresa. O que faz das reuniões produtivas ou não são ações simples. Selecionamos algumas dicas para ajudá-lo a manter a objetividade durante esses encontros. Tome nota e pratique! 




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Formando líderes

Entenda como funciona um programa de desenvolvimento de liderança estendido

Alguns têm perfil mais liberal, outros são controladores, podem ser generalistas ou especialistas, reservados ou extremamente comunicativos. Existem diversos perfis de liderança moldados por fatores pessoais e externos, a partir de experiências adquiridas desde o começo da vida e da carreira de cada indivíduo. Mas o mais importante ao contratar e, principalmente, trabalhar a formação de um líder é ter em mente que ele será responsável, entre outras atividades, por motivar outros colaboradores, ouvi-los e saber administrar o interesse de cada funcionário a favor do time e da organização.



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Empresas inteligentes

Um bom desempenho não depende somente de seus talentos

A pergunta a seguir pode parecer estranha, mas você sabe dizer se sua empresa é inteligente? Sabemos que há pessoas inteligentes dentro das organizações atuando em diferentes áreas e posições. De cientistas a vendedores, tais profissionais que acumulam anos de experiência prática e estudo. Mas ter funcionários brilhantes não é garantia de inteligência empresarial ou de um bom desempenho.



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Além do aprendizado

Um sistema de treinamento e capacitação tecnológico e cheio de recursos é importante, mas seu sucesso depende da aceitação das pessoas

Sabemos que a mudança de hábitos e métodos é uma questão a ser trabalhada a longo prazo, com muita comunicação entre colaboradores e gestores. Conforme Marc J. Rosenberg detalha no livro Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional, para a implantação de uma arquitetura de aprendizado e de desempenho ter sucesso, é preciso lidar com a resistência e preparar as pessoas, ou seja, os usuários das ferramentas, aqueles que serão diretamente impactados, auxiliando-os para que “aceitem e adotem um novo modo de aprendizado”. 

Para estabelecer o processo de Gestão de Mudança, em seu livro, Rosenberg destaca "treze fatores de sucesso". No Dia Mundial da Educação e aniversário de 21 anos da MicroPower, escolhemos cinco deles para destacar em nosso blog. Tome nota e empreenda uma fantástica mudança no aprendizado de seus colaboradores!




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