Eu tenho um sonho: Tin Can API

O compartilhamento do aprendizado de muitos para muitos

Desde a primeira versão do SCORM, lançada no ano 2000, acreditamos no padrão mundial de desenvolvimento de cursos online. Era um sonho ter cursos que pudessem utilizar plataformas diferentes no mundo inteiro com a mesma linguagem, até hoje esse sonho persiste. Apesar da promessa, quem já tentou migrar de plataforma sabe que as coisas não são tão simples. Na ADL (órgão regulamentador), você encontra a MicroPower entre as pouquíssimas empresas certificadas, mas quase ninguém lembra disso na contratação ou na implantação de uma universidade corporativa.



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O modelo 70:20:10 e o mobile learning

Aprendizado e da alta performance: tendências na área de treinamento corporativo

Certamente você já ouviu algo sobre o conceito denominado 70:20:10, que permeia o mundo do aprendizado corporativo há muitos anos, o qual em síntese presume que:

  • 70% do aprendizado provém de experiências próprias, ou seja, realizando as atividades;
  • 20% do aprendizado provém de interações com colegas, especialistas e superiores, ou seja, através do aprendizado social;
  • 10% do aprendizado provém de realizações de cursos, sejam eles online ou presencias.

E por que estamos abordando esse tema? Vemos no mercado, muitas empresas interessadas apenas em prover cursos e capacitação a seus colaboradores. Mais do que prover treinamento, é necessário ter uma estratégia de treinamento, um plano corporativo alinhado com os objetivos organizacionais e saber claramente o que esperamos de aumento no resultado e performance após capacitar nossos funcionários.
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Objetivo de aprendizagem – da empresa ou do aluno/colaborador?

O papel do designer instrucional é encontrar a melhor maneira de ajudar o colaborador a alcançar seu objetivo

Dando continuidade ao tema do meu post anterior, gostaria de levantar um assunto para reflexão sobre como direcionamos os objetivos de aprendizagem de uma capacitação.

De acordo com uma pesquisa realizada pela In-Focus com mais de cinco mil alunos, 75% querem ser capaz de fazer seu trabalho melhor e mais rápido. Ou seja, a cada convite para uma formação, eles se questionam: "O que é que eu vou fazer melhor / mais rápido / mais efetivo após esse treinamento?". Eles querem saber como a formação vai impactar positivamente sua capacidade de realizar o trabalho (princípios da andragogia).
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e-Learning: popularize seus treinamentos

Que tal uma “repaginada” em seus treinamentos para conquistar os colaboradores?

Você tem percebido queda no número de inscritos nos treinamentos de sua empresa ou, ainda, que os profissionais dão início às atividades, mas acabam abandonando os cursos? Se a resposta é sim, atenção! Você precisa popularizar e dar um “up” em sua estratégia educacional.



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Gamification: três erros que podem ser evitados em seus treinamentos

Será mesmo que você está usando os games de forma correta?

Os games já viraram tema de pesquisas, reportagens, livros e são a mais nova iniciativa de treinamento e avaliação não apenas em multinacionais, mas em pequenas e médias empresas de diferentes segmentos. 

“Gamificar” está na moda! Brincadeiras à parte, o uso de ideias e mecânicas dos jogos em um contexto não diretamente relacionado com jogos – Gamificação (Gamification, em inglês) – engaja e proporciona interação entre colaboradores e empresa, transformando, de maneira divertida e descontraída, conceitos e experiências em simulações. 

No entanto, é comum algumas empresas darem tropeços e não usarem os games de maneira correta em seus programas de capacitação. Selecionamos três erros comuns, destacados pelo portal e-Learning Industry, para que você não acabe com uma estratégia de treinamento que tem tudo para ser bem-sucedida. Confira!



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AnimAção no aprendizado

Vamos criar ações animadas que estejam no WhatsApp, no Facebook, nos jogos, ou seja, nas mãos e na mente do nosso público

Entre os vários desafios do desenvolvimento das pessoas está a AnimaAção, ou seja, animar as ações, dar vida aos conteúdos de forma que gere entusiasmo e engajamento no aprendizado seja presencial ou online



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A estrutura do e-Learning moderno

Familiarize-se com a nova anatomia do e-Learning

É natural que o modelo dos treinamentos evolua para atender às necessidades das novas gerações que chegam ao mercado de trabalho. Recentemente, fizemos um post sobre a importância de compreender as características da Geração Y para propor treinamentos mais atrativos e efetivos para esse público, que é muito diferente dos Baby Boomers ou dos profissionais da Geração X.



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e-Learning: como descrever objetivos em treinamentos

Os objetivos devem ter como foco o colaborador e não o instrutor de treinamento

O que você quer de seus colaboradores? O que você pretende que eles realizem ou conquistem (mudanças, melhorias, habilidades) a partir de seus treinamentos? As respostas para essas perguntas conduzirão os objetivos de seus treinamentos e pouparão tanto a perda de tempo quanto a de energia.



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Treinamentos para a geração Y

Informações que o profissional de treinamento deve ter em mente ao elaborar cursos para jovens talentos

Os jovens talentos ou profissionais da geração Y (nascidos após 1980) estão mais do que acostumados com as novas tecnologias. Eles praticamente nasceram nesse ambiente high tech. A primeira palavra que disseram provavelmente nem foi papai ou mamãe, mas sim Wi-Fi

Brincadeiras à parte, essa geração acostumada a mexer com gadgets (dispositivos eletrônicos portáteis), blogs, vídeos, redes sociais e games, chega ao mercado de trabalho sem receio dos desafios; considerando suas atividades como verdadeiras fontes de satisfação e aprendizado. 




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