Programas de educação para vencer a crise

Educação: poderoso fator de diferenciação para profissionais e empresas

Não somente, mas especialmente em tempos de instabilidade econômica, a educação demonstra ser um poderoso fator de diferenciação para profissionais e empresas. Os profissionais devem buscar novos conhecimentos e qualificação para conseguirem destaque em meio a tantos concorrentes, enquanto as empresas têm uma grande responsabilidade em mãos: investir em capital humano – e assim aprimorar processos, serviços e produtos.



Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Facebook Google+ Twitter

Aprendizado: sua empresa está preparada para o e-Learning?

Você e sua organização estão mesmo preparados para executar satisfatoriamente o e-Learning?

Entre os nove sinais de alerta do e-Learning listados por Marc Rosenberg no livro Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional, o especialista aponta a mínima expertise em e-Learning como um fator preocupante nas organizações.



Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Facebook Google+ Twitter

Design: três dicas para profissionais de treinamento melhorarem suas habilidades

Truques básicos para profissionais que não são especialistas em design garantirem melhor identidade visual para seus projetos

O design é um dos elementos mais importantes quando o assunto é e-Learning. Quando feito de maneira adequada, ele facilita a compreensão do conteúdo, atrai a atenção do usuário e o ajuda, inclusive, a reter o conhecimento adquirido com mais facilidade.



Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Facebook Google+ Twitter

Jovens talentos: iniciativas que valem como experiência profissional

Como começar a busca por um emprego de forma assertiva

Com tanta concorrência, entrar no mercado de trabalho pode ser um pouco complicado para jovens talentos que não possuem alguma experiência. Mas a boa notícia é que muitas empresas estão se abrindo para a oportunidade de agregar ao seu time novos colaboradores que, além de ter “habilidades natas” para lidar com a tecnologia, conseguem adaptar-se facilmente diante de mudanças e trazer inovação ao ambiente e aos negócios, características das novas gerações.



Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Facebook Google+ Twitter

Hora da pausa

Como o ócio criativo estimula o bem-estar e, consequentemente, a produtividade dos colaboradores

Seja no escritório, em clientes ou fazendo home office, cada vez mais, as pessoas passam a maior parte do tempo trabalhando ou pensando em trabalho. Não apenas para garantir o sustento, mas para sentirem-se úteis, produtivas, em ação. 

Não há problema em amar o trabalho, pelo contrário. É, inclusive, bom para a saúde desempenhar uma atividade motivadora, que dê satisfação. A questão é que as pessoas sentem-se mal quando param e esse peso na consciência faz com que fique difícil desligar o celular ao chegar em casa, cumprir uma hora completa de almoço ou fazer a sesta (mesmo aos sábados e domingos).




Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Facebook Google+ Twitter

Cultura da inovação

As pessoas precisam ser estimuladas e treinadas para contribuírem com ideias

Para acompanhar a revolução tecnológica, os profissionais buscam formas de adaptação e superação no mercado de trabalho. Larry Page, presidente e cofundador do Google adiantou em uma entrevista ao jornal americano The Financial Times, no final de 2014, que 90% do trabalho feito atualmente por humanos será realizado por robôs em alguns anos. 

Certo ou errado, Page nos direciona a um dos temas mais comentados do momento: a inovação. Como até agora não temos registros de máquinas criativas ou inovadoras, esse campo ainda é de domínio do homem – ainda bem! Mas o que faz um profissional ser inovador? Há técnicas para estimular essa característica? Como trabalhar a inovação e fazer dela um diferencial em uma empresa? 




Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Facebook Google+ Twitter