Além do e-Learning

Referência no tema, confira as lições de Marc Rosenberg para uma empresa manter o progresso na gestão de aprendizagem e performance

Quais as melhores iniciativas no campo do aprendizado? O que define uma boa estratégia para desenvolvimento do capital humano? Marc Rosenberg, um dos mais respeitados especialistas em gestão do conhecimento e melhoria do desempenho, aponta que para uma empresa fazer algo a mais, não basta simplesmente “aplicar melhor um treinamento” ou “migrar para a próxima grande tecnologia”. É preciso investir em diferentes frentes.



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5 arquétipos para você usar em seu e-Learning

Um bom personagem irá engajar seu colaborador e fazer com que o conteúdo fique de fato registrado em sua memória

 

O colaborador pode muitas vezes não se lembrar de todos os conceitos vistos em aula, mas eles certamente irão guardar na memória um personagem cativante. Por isso, uma das melhores maneiras para chamar a atenção da audiência é trabalhar com arquétipos, claro, sem tornar seus personagens muito caricatos.

 

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Razões para você investir em mobile learning

Tendências que irão fazer você repensar a estratégia de treinamento de sua empresa

 

Você realmente deveria considerar o mobile learning em sua estratégia de treinamento. Sabe por quê? A maneira como as pessoas acessam a internet já mudou e, pode parecer que não, mas isso tem impacto direto na maneira como seus colaboradores consomem informações.

 

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Como aprimorar a usabilidade do e-Learning

Duas dicas essenciais para estruturar seus conteúdos de maneira mais acessível

Facilitar a vida do colaborador deve ser uma das prioridades do profissional de treinamento e desenvolvimento. Dessa forma, sua atenção também precisa estar voltada para a criação de um material “user friendly”, simples e prático para ser acessado, mas ao mesmo tempo interessante e motivador.



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Perguntas para direcionar o e-Learning

Será que suas questões têm como foco o que realmente importa – o colaborador?

Designers instrucionais ou gestores de treinamento devem se perguntar uma série de questões quando estão “desenhando” atividades de e-Learning. Mas há maneiras e maneiras de fazer essas perguntas. Será que suas questões têm como foco o que realmente importa – o colaborador?



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Microlearning: como criar cursos curtos, porém efetivos – parte 2

Estratégias para desenvolver um microlearning de valor para os colaboradores

No post anterior, citamos três práticas que ajudarão a transformar seu “curso mais ou menos” em um microlearning impactante e efetivo – organização por storyboard, redução de texto e transmissão de conhecimento na medida certa. Hoje, temos três novas dicas. Confira!



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Microlearning: como criar cursos curtos, porém efetivos

Estratégias para desenvolver um microlearning de valor para os colaboradores

Mesmo com as organizações adotando cada vez mais o microlearning, ainda há pessoas com dúvidas sobre a efetividade das pílulas de conhecimento.



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O e-Learning que seus colaboradores irão amar

Para elaborar um projeto de e-Learning, é preciso mais do que conhecer o público-alvo e compreender sua necessidade

Em tempos de rápida e ininterrupta conexão, é essencial elaborar experiências de aprendizagem digitais que as pessoas simplesmente adorem consumir – práticas, fluídas e envolventes. Mas atenção: criar um fluxo educacional intuitivo exige a implantação de um poderoso sistema de gestão do aprendizado, para que suas funcionalidades sejam aliadas às melhores práticas para o uso do e-Learning.



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Como converter a queda de desempenho em alta performance

Ações que favorecem a gestão de desempenho e o engajamento de talentos

A queda de desempenho está atrelada a objetivos não compreendidos ou até não estabelecidos e expectativas frustradas dos dois lados – empresa e colaborador. Fatores diversos como a falta de incentivo, reconhecimento, comunicação ou integração, por exemplo, podem desestimular o bom profissional, que por sua vez passará a dedicar-se menos para obter resultados. Já para o contratante, a situação pode gerar problemas com outros colaboradores, baixo retorno para o que foi investido em mão de obra/projetos e queda na competitividade.



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