Gestão de competências

Por que é importante investir na gestão de competências durante toda a trajetória do profissional dentro da organização? Confira a resposta no depoimento de Augusto Gaspar, diretor de soluções consultivas da MicroPower

Quando o profissional de RH inicia um processo de recrutamento e seleção, ele utiliza diferentes técnicas para encontrar os melhores talentos para sua organização. Uma dessas técnicas é a entrevista por Competência e Comportamentos, destacada até mesmo por Felipe Westin, especialista com 40 anos de experiência em RH e Negócios e diretor executivo da Westin Desenvolvimento de Pessoas, em seu artigo Entrevista por Competências: dicas para o sucesso!, publicado pelo Instituto Learning & Performance Brasil.



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Por que investir em treinamento de liderança?

Um bom (ou mau) gestor afeta a performance de sua equipe, o que inevitavelmente é refletido nos resultados da organização

As organizações que investem em treinamentos e capacitações de liderança conseguem reter colaboradores e reduzir os custos de recrutamento e seleção. Isso porque o líder é responsável por engajar outros profissionais do time, ouvi-los e saber administrar os interesses e as potencialidades de cada um em favor do negócio.



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Alta Performance: definição de metas e objetivos

Metas e objetivos devem ser definidos até antes da contratação do profissional e reavaliados frequentemente, de acordo com seu desenvolvimento na organização

Qual a melhor maneira de um colaborador atingir a alta performance? Como saber o que a empresa espera dele, se está no caminho certo, se seus planos estão de acordo com os planos de seu empregador? E como realizar atividades com excelência, mantendo o engajamento e o interesse por sua função, pelo negócio e pela organização? A resposta para todas essas perguntas é bastante simples: a partir da definição de metas e objetivos (inclusive educacionais) detalhados.



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Retrospectiva do blog MicroPower

Os posts mais acessados pelos leitores do blog MicroPower em 2015 e os temas que serão destaque em 2016

O começo do ano é sempre uma ótima oportunidade para avaliar tudo aquilo que aconteceu no ciclo anterior, nos últimos 365 dias. Ideias, ações e projetos: vale a pena observar o que deu certo, o que chamou a atenção do mercado, o que não teve tanta aceitação ou o que merece retoques e melhorias. 

No ano de 2015, “afiamos” a comunicação e desenvolvemos muitos conteúdos para o blog e as redes sociais da MicroPower. Chegamos a pessoas em todos os cantos do mundo e tivemos muitos feedbacks de nossos seguidores. Ao examinarmos acessos, curtidas, compartilhamentos, dúvidas e solicitações dos profissionais da área, conseguimos chegar aos temas mais procurados, isto é, que as pessoas mais têm interesse em conhecer detalhadamente.




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e-Learning: um bom investimento para a sua organização

As mesmas tecnologias podem automatizar e racionalizar uma série de processos de aprendizado, reduzindo ou eliminando ineficiências e evitando custos para a empresa

Depois do crescimento das universidades corporativas, físicas e com aulas presenciais, na d��cada de 1990, foi a vez do Ensino a Distância (EaD) ganhar espaço no mercado de trabalho. Com a internet e o desenvolvimento de novas tecnologias, o e-Learning possibilitou às instituições e seus colaboradores mais flexibilidade, facilidade e rapidez no processo de capacitação e desenvolvimento. 



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e-Learning: conheça o perfil do novo usuário

As características do novo time de colaboradores que devemos considerar ao criar nossos cursos e-Learning

Com as novas gerações ingressando cheias de energia, novas competências e habilidades no mercado de trabalho, especialmente, no que diz respeito à tecnologia e inovação, temos um cenário de aprendizado em constante revolução, ou melhor, evolução.



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Jogos instrucionais: inovação para seus treinamentos

Ao utilizar jogos e simulações como parte de sua estratégia educacional, a empresa investe em métodos muito mais prazerosos e engajadores para seus colaboradores atingirem metas e objetivos

Os jogos instrucionais propõem às pessoas a emoção do desafio, do conflito, da busca por novos caminhos para solucionar questões. As etapas e metas fazem com que elas experimentem uma nova maneira de aprender, explorando o sistema a fim de vencê-lo. 



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Como criar treinamentos e conexões globais

Os gestores responsáveis por desenvolvimento humano devem pensar em uma estratégia que esteja ligada à cultura empresarial, à cultura dos profissionais e as necessidades do time

Com profissionais distribuídos por todas as partes do mundo, é cada vez maior o número de companhias que investem em novas formas de treinamento e capacitação para o time de colaboradores. 

Tal fato já é inclusive demonstrado por instituições especializadas em análise de mercado, como a associação de negócios e pesquisa global The Conference Board. De acordo com Charles Mitchell, diretor-executivo de conteúdo de conhecimento e qualidade da entidade, o levantamento CEO’s Top Challenges 2015, realizado com cerca de mil líderes corporativos em todo o mundo, indicou que a atenção dos executivos está voltada para as habilidades e competências dos colaboradores (desenvolvimento e capacitação), além do engajamento e, claro, a questão da inovação.




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BIG DATA making a BIG DIFFERENCE

Tendências: Aprendizado e Alta Performance
Dados fazem uma grande diferença

Em um de meus posts sobre as tendências do aprendizado corporativo, já comentei o quão difícil é para os CLOs e gerentes de Capacitação, Treinamento ou RH justificarem para suas empresas os investimentos realizados na área de Aprendizado com dados de ganho de produtividade, qualidade ou redução de custos. Até mesmo como consequência, o tema BIG DATA vem tomando conta das mídias e das análises de tendência desse setor. 



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e-Learning: como engajar baby boomers II

Uma estratégia para tornar o e-Learning bem mais atrativo aos boomers

Dando sequência ao post sobre como usar a tecnologia para criar um e-Learning que seja mais atraente aos boomers, destacamos novas dicas de como estruturar seus treinamentos. Confira!



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