Design: três dicas para profissionais de treinamento melhorarem suas habilidades

Truques básicos para profissionais que não são especialistas em design garantirem melhor identidade visual para seus projetos

O design é um dos elementos mais importantes quando o assunto é e-Learning. Quando feito de maneira adequada, ele facilita a compreensão do conteúdo, atrai a atenção do usuário e o ajuda, inclusive, a reter o conhecimento adquirido com mais facilidade.



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Três dicas de como usar vídeos em seus treinamentos

Treinamentos realizados por meio de vídeos, tendência entre as organizações 

Com smartphones e tablets cada vez mais acessíveis, telas de altas resoluções, mais velocidade e conectividade, o consumo de vídeo continua a crescer. Essa tendência também já é percebida no e-Learning por motivos óbvios: os vídeos possibilitam maior interação, ajudam no processo de retenção do conhecimento, reduzem o tempo de aprendizado e demonstram processos complicados de maneira direta.



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Como definir objetivos de aprendizagem

Até o final deste post, você será capaz de definir objetivos de aprendizagem

Mas, o que são objetivos de aprendizagem? Resumidamente, promessas de aprendizagem. Eles informam ao público-alvo o que poderá ser aprendido ao término de uma formação.

Eles são importantes por várias razões. Em primeiro lugar, possibilitam que os alunos decidam por fazer ou não o curso em questão. Em segundo lugar, optando por fazê-lo, os objetivos de aprendizagem funcionam como um roadmap. Ao comparar seu progresso com a lista de objetivos, os alunos terão uma ideia geral de quanto conteúdo ainda resta para finalizar o curso. 




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O ensino a distância na prática

No e-Learning, o professor tem um papel parecido com o do roteirista e o do diretor de cinema. Se ele tem uma boa história (o conteúdo a ser ensinado), com algumas técnicas pode construir um bom filme ou um bom curso

Partindo do princípio de que o professor possui o conteúdo, antes de aplicá-lo em qualquer mídia eletrônica, é necessário conhecer alguns pontos importantes, entre eles o storyboard ou roteiro para cursos de educação a distância.

Para explicar melhor, podemos fazer uma analogia com o cinema: o professor assume o papel de roteirista e diretor do filme, tendo a responsabilidade de criar ou recriar um novo formato digital com base em uma versão presencial ou até mesmo literária que seja tão eficiente quanto a anterior.




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Eu tenho um sonho: Tin Can API

O compartilhamento do aprendizado de muitos para muitos

Desde a primeira versão do SCORM, lançada no ano 2000, acreditamos no padrão mundial de desenvolvimento de cursos online. Era um sonho ter cursos que pudessem utilizar plataformas diferentes no mundo inteiro com a mesma linguagem, até hoje esse sonho persiste. Apesar da promessa, quem já tentou migrar de plataforma sabe que as coisas não são tão simples. Na ADL (órgão regulamentador), você encontra a MicroPower entre as pouquíssimas empresas certificadas, mas quase ninguém lembra disso na contratação ou na implantação de uma universidade corporativa.



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O modelo 70:20:10 e o mobile learning

Aprendizado e da alta performance: tendências na área de treinamento corporativo

Certamente você já ouviu algo sobre o conceito denominado 70:20:10, que permeia o mundo do aprendizado corporativo há muitos anos, o qual em síntese presume que:

  • 70% do aprendizado provém de experiências próprias, ou seja, realizando as atividades;
  • 20% do aprendizado provém de interações com colegas, especialistas e superiores, ou seja, através do aprendizado social;
  • 10% do aprendizado provém de realizações de cursos, sejam eles online ou presencias.

E por que estamos abordando esse tema? Vemos no mercado, muitas empresas interessadas apenas em prover cursos e capacitação a seus colaboradores. Mais do que prover treinamento, é necessário ter uma estratégia de treinamento, um plano corporativo alinhado com os objetivos organizacionais e saber claramente o que esperamos de aumento no resultado e performance após capacitar nossos funcionários.
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Objetivo de aprendizagem – da empresa ou do aluno/colaborador?

O papel do designer instrucional é encontrar a melhor maneira de ajudar o colaborador a alcançar seu objetivo

Dando continuidade ao tema do meu post anterior, gostaria de levantar um assunto para reflexão sobre como direcionamos os objetivos de aprendizagem de uma capacitação.

De acordo com uma pesquisa realizada pela In-Focus com mais de cinco mil alunos, 75% querem ser capaz de fazer seu trabalho melhor e mais rápido. Ou seja, a cada convite para uma formação, eles se questionam: "O que é que eu vou fazer melhor / mais rápido / mais efetivo após esse treinamento?". Eles querem saber como a formação vai impactar positivamente sua capacidade de realizar o trabalho (princípios da andragogia).
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Surpreenda com um e-Learning diferente

No atual ambiente de aprendizado, o colaborador deseja emoção aliada a informação e, claro, valor

Com tantas possibilidades de aprendizado e com a internet oferecendo um mundo de informações para o colaborador, se seu treinamento não for, no mínimo, surpreendente, ele não atrairá audiência.



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e-Learning: popularize seus treinamentos

Que tal uma “repaginada” em seus treinamentos para conquistar os colaboradores?

Você tem percebido queda no número de inscritos nos treinamentos de sua empresa ou, ainda, que os profissionais dão início às atividades, mas acabam abandonando os cursos? Se a resposta é sim, atenção! Você precisa popularizar e dar um “up” em sua estratégia educacional.



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Gamification: três erros que podem ser evitados em seus treinamentos

Será mesmo que você está usando os games de forma correta?

Os games já viraram tema de pesquisas, reportagens, livros e são a mais nova iniciativa de treinamento e avaliação não apenas em multinacionais, mas em pequenas e médias empresas de diferentes segmentos. 

“Gamificar” está na moda! Brincadeiras à parte, o uso de ideias e mecânicas dos jogos em um contexto não diretamente relacionado com jogos – Gamificação (Gamification, em inglês) – engaja e proporciona interação entre colaboradores e empresa, transformando, de maneira divertida e descontraída, conceitos e experiências em simulações. 

No entanto, é comum algumas empresas darem tropeços e não usarem os games de maneira correta em seus programas de capacitação. Selecionamos três erros comuns, destacados pelo portal e-Learning Industry, para que você não acabe com uma estratégia de treinamento que tem tudo para ser bem-sucedida. Confira!



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