Vídeos interativos

Além de conteúdo específico, voltado às necessidades de seus colaboradores, a qualidade e os recursos do player de vídeo influenciam o desenvolvimento de um bom material

O uso de vídeo em e-Learning passou a ter um papel importante na forma do colaborador aprender e reter informações. Estudos demonstram que a aprendizagem com o auxílio do vídeo aumenta a taxa de retenção. Mas o que torna um vídeo interessante em e-Learning? Esse é um dos grandes desafios de desenvolvedores e empresas. Afinal, não é porque está em formato vídeo e online que um curso se tornará automaticamente dinâmico, interativo e engajador.
 

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Aprendizado na palma da mão

Estratégias para o sucesso de seu mobile learning

Graças à internet e ao avanço tecnológico dos dispositivos móveis, pessoas de todas as partes do mundo já estão mais que conectadas, compartilhando experiências e conhecimento em qualquer horário e de qualquer lugar, seja escritório, parque ou até avião. 

Assim como a forma de manter-se conectado está mudando, o aprendizado segue o mesmo caminho. O mobile learning já é tendência crescente nas organizações uma vez que só aumenta o número de colaboradores que utilizam seus dispositivos móveis (smartphones e tablets) para aprender, trabalhar e expandir seus horizontes.




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Programas de aprendizado para diferentes gerações

Há diferenças entre profissionais veteranos, baby boomers, geração X e geração Y que devem ser consideradas não somente para a contratação, mas também no processo de aprendizado

Veteranos, aqueles nascidos antes de 1946, e Baby Boomers, entre 1946 e 1964, foram educados com muita disciplina e rigidez, são profissionais que focam em resultados e têm o trabalho como eixo e prioridade. Já as pessoas da Geração X, nascidas entre 1965 e 1980, tendem a ser mais criativas e empreendedoras e a valorizar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Na outra ponta, os profissionais da Geração Y, nascidos após 1980, consideram o trabalho uma fonte de satisfação e de aprendizado e, apesar de jovens, não se intimidam diante de desafios.

A parceria entre essas forças pode formar uma organização com bases sólidas e, ao mesmo tempo, inovadora. Mas além de contribuírem cada uma a sua maneira, elas também aprendem de forma diferente. Um bom exemplo citado pelo especialista Nick van Dam é como profissionais de diferentes gerações encaram novas tecnologias, como os games.




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O aprendizado nos mundos virtuais

Ricos em recursos para que a rede de colaboradores seja estimulada a trocar experiências, os mundos virtuais permitem que as pessoas interajam em comunidades dinâmicas

Com a popularidade dos mundos virtuais (MVs), muitas empresas passaram a considerá-los para fins de aprendizado e integração. Isso porque esses ambientes online, desenhados para que as pessoas interajam via avatares, conquistam usuários em todas as partes do mundo, principalmente, aqueles das novas gerações, que já crescem acostumados com a velocidade das inovações tecnológicas.
 

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Destaque seu conteúdo

Estratégias da área de marketing, as funções “‘call to action” podem ser aplicadas em cursos online

Quando o assunto é treinamento em e-Learning, os gestores do aprendizado precisam desdobrar-se para envolver os participantes e proporcionar a eles uma experiência empolgante e efetiva. Nesse processo de inovação e busca por engajamento, alguns conceitos da área de marketing acabaram ganhando destaque no campo do ensino.

O CTA (call to action) ou “chamada à ação” é um ótimo exemplo a ser citado. Ao navegar pela internet, frequentemente observamos e clicamos em links ou funções de uma página que nos levam a realizar ações, seja comprar, obter mais informações, preencher cadastros. Esse recurso que, aparentemente, tem aplicação apenas comercial também pode ser utilizado em conteúdos no formato e-Learning. 




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Soluções integradas de aprendizado

A evolução do aprendizado híbrido e os fatores que, juntos, garantem eficiência às organizações

No post anterior tratamos dos temas: treinamento em sala de aula e treinamento online. Destacamos os pontos fortes e limitadores de cada modelo, pensando nas aplicações para diferentes tipos de empresas e necessidades, e chegamos a mencionar que o aprendizado híbrido tornou-se viável para as organizações. O motivo? Sua rápida evolução.

Com o tempo, muitas empresas perceberam que integrar as soluções é melhor do que apostar todas as fichas em um único modelo de aprendizado para seus colaboradores. Conforme cita Marc J. Rosenberg, durante a bolha da Internet, quando a Lucent Technologies estava em ascensão, a companhia conseguia sustentar os custos dos treinamentos em sala de aula. A partir do momento em que precisou “apertar o cinto”, a empresa reverteu seus planos e passou a ministrar mais de 90% de seu treinamento no modo online. Após um período de testes, a empresa constatou que a dependência excessiva de uma estratégia de fornecimento não era econômica e efetiva. Dessa forma, estabeleceu que 65% do treinamento seria feito em sala de aula e 35%, online.




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Especificidades do treinamento em sala de aula e do treinamento online

A escolha pelo tipo de treinamento deve ser feita com base nas necessidades da empresa


Geralmente as empresas têm dúvidas sobre o melhor tipo de treinamento para seus colaboradores – em sala de aula ou online. Os dois modelos possuem características distintas, com funções e limitações, e podem atuar de forma complementar. Diferentes fatores influenciam a escolha, entre eles, o tipo de empresa, a quantidade de colaboradores e, claro, o tempo e a verba disponíveis.


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Sua empresa vai entrar no jogo?

O uso da Gamificação para treinamento de colaboradores

Há algum tempo, os games deixaram de ser passatempo ou “vício” de adolescente e tornaram-se verdadeiros aliados para as empresas. O uso de ideias e mecânicas dos jogos em um contexto não diretamente relacionado com jogos – a Gamificação (Gamification, em inglês) – engaja e proporciona interação entre colaboradores e empresa, transformando, de maneira divertida e descontraída, conceitos e experiências em simulações. 



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Além do aprendizado

Um sistema de treinamento e capacitação tecnológico e cheio de recursos é importante, mas seu sucesso depende da aceitação das pessoas

Sabemos que a mudança de hábitos e métodos é uma questão a ser trabalhada a longo prazo, com muita comunicação entre colaboradores e gestores. Conforme Marc J. Rosenberg detalha no livro Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional, para a implantação de uma arquitetura de aprendizado e de desempenho ter sucesso, é preciso lidar com a resistência e preparar as pessoas, ou seja, os usuários das ferramentas, aqueles que serão diretamente impactados, auxiliando-os para que “aceitem e adotem um novo modo de aprendizado”. 

Para estabelecer o processo de Gestão de Mudança, em seu livro, Rosenberg destaca "treze fatores de sucesso". No Dia Mundial da Educação e aniversário de 21 anos da MicroPower, escolhemos cinco deles para destacar em nosso blog. Tome nota e empreenda uma fantástica mudança no aprendizado de seus colaboradores!




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Questão de tempo

Como é calculada a duração de um curso em formato e-Learning

Alguns gestores não se atentam a esse detalhe, mas além da preocupação com o conteúdo e com o processo de aprendizado, o tempo é um elemento importantíssimo para a elaboração de um curso em formato e-Learning. Isso porque com a estimativa do período usado para capacitação, temos uma ideia do tempo que o colaborador deixará de investir em suas atividades de trabalho. Para que não haja prejuízos, pressão ou, até o contrário, momentos ociosos que desestimulem o colaborador, esse tempo de “parada” deve ser bem avaliado.



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