Aposte no uso do LMS para personalizar o e-Learning

Imagine uma empresa com diferentes divisões: há treinamentos comuns a todos os colaboradores, mas existem também conteúdos direcionados para cada funcionário, de acordo com seu campo de atuação e atividades realizadas

Fortalecer a estrutura da educação continuada envolve uma série de estratégias: envolvimento de todos os participantes e stakeholders, desenvolvimento de alianças, investimento no time de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) e em soluções tecnológicas, levantamento de necessidades da empresa e dos colaboradores, seleção de conteúdos e formas de comunicação, entre outras. 

Todos esses elementos devem ser condizentes com a cultura da empresa, com sua identidade. Por isso, investir em unificar o discurso e a linguagem é de extrema importância. Por outro lado, é preciso pensar cada vez mais nas necessidades de cada área do negócio e, ainda, de cada funcionário, ou seja, construir uma estratégia de capacitação que esteja ligada ao seu histórico, às suas atividades, gaps e interesses.

Imagine uma companhia com diferentes divisões, especializada nos setores de alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal, roupas e acessórios. Há treinamentos comuns a todos os seus colaboradores, como normas de segurança, código de ética e conduta etc. Mas há também conteúdos direcionados para cada funcionário, de acordo com seu campo de atuação e atividades realizadas.

Idealmente, cada treinamento deveria oferecer uma experiência única. Mas como todos temos diferentes formas de aprender, fica difícil criar algo único para cada um dos mais de 50, 100 ou 1000 funcionários. E é aí que o Learning Management System ou LMS (principal ferramenta de gerenciamento do aprendizado online) chega para facilitar a vida dos profissionais de treinamento e para deixar tudo personalizado.

Por meio de um LMS bem-desenvolvido, é possível disponibilizar conteúdos por áreas e até por colaboradores; fazer a atualização dos materiais de aprendizado e a criação de novos formatos de conteúdo de maneira simplificada; além de administrar programas de aprendizado online, presenciais e/ou combinados (blended), acompanhar objetivos quantitativos e qualitativos e fazer a administração de talentos com base em competências e potenciais para que as pessoas sejam alocadas, atualmente e futuramente, nas posições mais adequadas da organização visando o desempenho individual e coletivo. 

Por não existir uma definição padrão para os componentes de um LMS, as oportunidades são muitas: é possível contar com recursos de interação como fóruns de discussão, métodos de avaliação, lembretes de módulos a serem concluídos, entre outros elementos. 

Se você busca uma plataforma de gerenciamento avançada e segura, além de soluções educacionais criativas e efetivas para fortalecer seus talentos e garantir a alta performance organizacional, não deixe de conferir as soluções oferecidas pela MicroPower

Nosso sistema MicroPower Performa (desenvolvido com base na experiência acumulada pela equipe de desenvolvimento e consultoria da MicroPower ao longo de centenas de implementações de projetos, no Brasil e no exterior, envolvendo sistemas para a gestão de processos de desempenho e aprendizagem) apresenta um conceito inovador, que permite a utilização de múltiplos portais e múltiplos domínios. Essa característica possibilita a segmentação do ambiente por critérios variáveis de acordo com as necessidades e os objetivos de cada cliente. 

Com a versão mobile, que acaba de ser lançada pela MicroPower, o Performa passa a ser uma ferramenta completa, que possibilita aos colaboradores acessarem cursos EAD, materiais publicados na biblioteca de sua organização e informações referentes a treinamentos presenciais por meio de tablets ou smartphones com os sistemas operacionais Android e iOS. 

Para mais informações, entre em contato com nossos especialistas.

Referências: Portal eLearning Industry

Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Google+
Os comentários estão fechados
MicroPower | Novo método de aprendizado

Novo método de aprendizado

A estrutura de um programa de aprendizagem para a força de trabalho do século XXI

Sabemos que hoje as empresas mesclam atividades em sala de aula tradicional e no meio online, já que cada um tem sua importância e aplicabilidade no processo de aprendizagem. Como os dois modelos possuem características distintas, com funções e limitações, eles podem atuar de forma complementar, beneficiando negócios e pessoas.

No entanto, mais importante do que simplesmente o método, a qualidade do desenho do aprendizado é o que de fato determina a retenção do conhecimento, conforme destaca Francisco Antonio Soeltl, presidente da MicroPower e da comunidade Learning & Performance Brasil, no livro e-Learning no Brasil: retrospectiva, melhores práticas e tendências.

Na obra, Soeltl também apresenta um novo modelo de desenho de aprendizado dividido em quatro partes:

  • Análises de aprendizado
  • Categorias de metas de aprendizado
  • Métodos de apresentação de aprendizado
  • Aplicação do design instrucional

Esse modelo foi criado justamente para dar suporte aos profissionais e fornecedores de programas de aprendizado na tomada de decisão sobre qual o melhor desenho e a utilização de diferentes modalidades de aprendizado. Neste primeiro post, destacaremos os pontos mais importantes da primeira categoria: análises de aprendizado. Confira!

Análises de aprendizado
Algumas ações são determinantes dentro da etapa de análises de aprendizado para a evolução do processo. É preciso avaliar os requisitos de negócio, de desempenho, de aprendizado e fazer análises de conteúdo e tarefas. 

A avaliação de requisitos de negócio ajuda o profissional de aprendizado a analisar as modalidades de programas de aprendizagem necessárias ou como as necessidades do negócio podem ser tratadas. Ela determina que tipos de competências pessoais a organização necessita a curto e longo prazos. Segundo Soeltl, ela também ajuda a fixar prioridades e alocar investimentos. 

Em seguida vem a avaliação de requisitos de desempenho, na qual é determinada uma “lacuna de desempenho”, o delta entre o desempenho efetivo e o esperado. No estágio de avaliação de requisitos de aprendizado, avalia-se a intervenção de aprendizagem mais efetiva para reduzir a lacuna do desempenho – ações pontuais ou programas estruturados, mentoring, aprendizado eletrônico.

Por fim, a fase que envolve análises de conteúdo e tarefas inicia-se caso tenha sido identificada a necessidade de se desenvolver um programa de aprendizagem, como o programa em sala de aula, o treinamento web, outro. “O conteúdo é o componente do conhecimento e as tarefas são decompostas com base em habilidades que uma pessoa necessita dominar. Esses dados e informações fornecem inputs para a segunda parte do modelo de desenho de aprendizado profissional”, explica Soeltl.

Na próxima semana, teremos um post sobre a segunda parte desse modelo – Categorias de metas de aprendizado. Não perca!

Referência: e-Learning no Brasil: retrospectiva, melhores práticas e tendências, de Francisco Antonio Soeltl.

Compartilhe esta notícia nas redes sociais:
LinkedIn Google+
Os comentários estão fechados