Project Based Learning

Invista em diferentes metodologias de aprendizagem: o Project Based Learning (PBL) possibilita aos colaboradores a oportunidade de expandir conhecimentos e desenvolver novas competências por meio da resolução de desafios reais

Há diferentes metodologias de aprendizagem utilizadas pelas empresas para alavancar o desempenho da equipe e aprimorar os negócios. Elas podem ser usadas em diferentes momentos, dependendo da finalidade do grupo e funcionam muito bem quando combinadas.



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Como implementar o Blended Learning

Para uma implementação de excelência, realize planejamento detalhado, combine algumas das melhores práticas de aprendizagem e fique atento às ferramentas de suporte

O Blended Learning ou aprendizado híbrido designa a forma de aprendizado em que os cursos são ministrados por meio da fusão de ensino a distância e presencial. Ele só foi possível graças ao avanço das tecnologias digitais de informação e comunicação, que proporcionaram a colaboradores e instrutores, entre outras vantagens, mais flexibilidade e autonomia. 

Para implementá-lo em sua organização, você deve pensar em fazer um bom planejamento, combinar algumas das melhores práticas de aprendizagem e ficar atento às ferramentas de suporte ao aprendizado e desempenho. Confira algumas dicas que selecionamos para ajudá-lo nessa missão!




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Blended Learning

Há diferentes maneiras de combinar as atividades presenciais e a distância, lembre-se disso antes de elaborar o projeto de seu próximo treinamento

O Blended Learning, também conhecido como aprendizado híbrido ou solução mista, designa a forma de aprendizado em que os cursos são ministrados por meio da fusão de ensino a distância e presencial. Ele só foi possível graças ao avanço das tecnologias digitais de informação e comunicação, que proporcionaram a colaboradores e instrutores, entre outras vantagens, mais flexibilidade e autonomia. 



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4 motivos para se usar vídeos em treinamento


O uso de vídeo no e-Learning muitas vezes pode ter um papel importante na forma de aprender e reter informações. Estudos têm demonstrado que a aprendizagem com o auxílio do vídeo aumenta a taxa de retenção.

Como saber a hora certa de usar o vídeo para o seu treinamento? Aqui estão quatro motivos para explorar esse recurso:




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Cultura de Alta Performance – Parte 7: Meritocracia


Para atingir elevados níveis de desempenho organizacional e humano, e assim apresentar o que chamamos de Cultura de Alta Performance, uma empresa precisa estar atenta a sete pontos fundamentais:

1) Liderança
2) Alinhamento aos Valores e à Cultura Organizacional
3) Objetivos bem definidos 
4) Métricas e Indicadores bem definidos
5) Execução
6) Planejamento e Capacitação da Força de Trabalho
7) Meritocracia

Neste artigo abordaremos o sétimo ponto, a Meritocracia.





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Cultura de Alta Performance – Parte 6: Planejamento e Capacitação da Força de Trabalho


Para atingir elevados níveis de desempenho organizacional e humano, e assim apresentar o que chamamos de Cultura de Alta Performance, uma empresa precisa estar atenta a sete pontos fundamentais:

1) Liderança
2) Alinhamento aos Valores e à Cultura Organizacional
3) Objetivos bem definidos 
4) Métricas e Indicadores bem definidos
5) Execução
6) Planejamento e Capacitação da Força de Trabalho
7) Meritocracia

Neste artigo abordaremos o sexto ponto, o Planejamento e Capacitação da Força de Trabalho.





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Cultura de Alta Performance – Parte 5: Execução


Para atingir elevados níveis de desempenho organizacional e humano, e assim apresentar o que chamamos de Cultura de Alta Performance, uma empresa precisa estar atenta a sete pontos fundamentais:

1) Liderança
2) Alinhamento aos Valores e à Cultura Organizacional
3) Objetivos bem definidos 
4) Métricas e Indicadores bem definidos
5) Execução
6) Planejamento e Capacitação da Força de Trabalho
7) Meritocracia

Neste artigo abordaremos o quinto deles, a Execução.





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Cultura de Alta Performance – Parte 4: Métricas e Indicadores bem definidos

Para atingir elevados níveis de desempenho organizacional e humano, e assim apresentar o que chamamos de Cultura de Alta Performance, uma empresa precisa estar atenta a sete pontos fundamentais:

1) Liderança
2) Alinhamento aos Valores e à Cultura Organizacional
3) Objetivos bem definidos 
4) Métricas e Indicadores bem definidos
5) Execução
6) Planejamento e Capacitação da Força de Trabalho
7) Meritocracia

Neste artigo abordaremos o quarto deles, as Métricas e Indicadores bem definidos.




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15 de Outubro: Dia dos Professores!


Hoje é um dia muito especial: 15 de outubro, Dia dos Professores!

Dia de homenagear e lembrar desses profissionais tão especiais e queridos, que fazem e fizeram parte de nossas vidas. Pessoas que além de nos ensinar o que estava nos livros, muitas vezes fizeram papel de verdadeiros pais. A escola é, ou era, nosso segundo lar. Professores dedicam a vida para nos fazer pessoas melhores e não apenas para passar conteúdo.




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Um modelo efetivo para o Aprendizado Organizacional


Não há dúvidas que o aprendizado leva a um melhor desempenho, desde que seja efetivo. Por “efetivo” podemos entender que as pessoas aprenderam o que precisavam aprender, e que vão passar a trabalhar melhor depois do processo de aprendizado. Parece simples, mas não é.

Para aprender de fato, é necessário que as pessoas estejam motivadas para isso, o que significa que devem ter uma ideia da importância que aquele conhecimento trará para elas ou, em uma situação ideal, sentem necessidade daquele conhecimento que irão receber.




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MicroPower | Evolução do aprendizado

Evolução do aprendizado

Da sala de aula ao aprendizado móvel

Desde as tradicionais aulas ministradas por professores ou instrutores que permaneciam na mesma sala e no mesmo período de tempo que os participantes, o aprendizado evoluiu muito. O conhecimento, antes restrito a um pequeno público, agora pode ser compartilhado e, melhor, criado por quem faz parte do processo – o colaborador. Novos métodos foram adotados, amparados pela evolução tecnológica, o que favoreceu não somente as pessoas como também as empresas e o mercado, de forma geral. 

Como profissional da área de treinamento e desenvolvimento, é interessante que você conheça a evolução dos métodos de aprendizado para aproveitar o que há de melhor em cada um e aplicar no programa de aprendizado de sua empresa. Para ajudá-lo nessa missão, selecionamos trechos da obra e-Learning no Brasil: retrospectiva, melhores práticas e tendências, de Francisco Antonio Soeltl, que tratam dos avanços no campo. Confira!

Sala de aula: durante séculos, o ensino e a instrução têm sido oferecidos em locais físicos, como escolas, universidades e centros de instrução (treinamento) e, até hoje, essa abordagem tradicional continua sendo replicada no ensino primário e também nos negócios. Esse tipo de treinamento proporciona desenvolvimento rápido, especialmente para pequenos grupos de pessoas e oferece ótimas oportunidades para o trabalho em equipe.

Aulas (palestras): as palestras fora do campus foram oferecidas pela primeira vez em torno de 1840, graças a adoção de tecnologias disponíveis para atingir audiências mais amplas.

Rádio, filmes e TV: os primeiros cursos via rádio foram oferecidos em 1925. Os filmes foram a próxima modalidade no campo avançado de tecnologia no ensino e, em seguida, vieram as transmissões televisivas ao vivo (década de 1940).

Mainframe: computador de grande porte dedicado ao processamento de um volume grande de informações. O primeiro uso de mainframes no ensino se deu na Stanford University, no final da década de 1950, quando os educadores da instituição trabalhavam em parceria com a IBM para oferecer instrução com a ajuda da informática.

Teleconferências: elas foram introduzidas na década de 1980 e ofereceram aos alunos e professores oportunidades de discutir tópicos mesmo estando distantes fisicamente.

Internet: o começo da internet em meados da década de 1990 foi extremamente importante para a difusão do conhecimento e, até hoje, ela é “o maior habilitador para o aprendizado baseado em tecnologia”, conforme destaca Soeltl. 

e-Learning (aprendizado eletrônico): esse termo foi cunhado em 1997, a partir de uma pesquisa de Elliott Masie, e evoluiu de forma muito rápida e multiplicadora, passando do autoe-Learning para o e-Learning presencial, aprendizado híbrido, aprendizado da web 2.0, aprendizado social (redes sociais, comunidades e mundos virtuais), móvel (e-Books, aplicativos e microblogs) até chegar ao Blended (híbrido) – combinação entre diferentes modalidades de aprendizagem e tecnologias.

Referência: e-Learning no Brasil: retrospectiva, melhores práticas e tendências, de Francisco Antonio Soeltl.

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