5 diferenças entre gamificação e jogos instrucionais

Cada vez mais usados no aprendizado corporativo, essas duas estratégias se parecem, mas não são a mesma coisa. Saiba mais: 


Quando o assunto é e-Learning, discute-se muito a dificuldade de estimular as pessoas das organizações a se engajarem nos treinamentos de uma maneira efetiva. Sobretudo para as gerações mais novas, é um desafio criar conteúdos que envolvam jovens acostumados a videogames extremamente realistas e ambientes virtuais altamente elaborados. 

A resposta a isso tem sido a gamificação e o aprendizado por jogos, capazes de transformar os temas mais áridos em diversão e – o mais importante – em retenção do conteúdo estudado. 

Mas, atenção, apesar de parecidos à primeira vista, as duas abordagens não são a mesma coisa. Veja aqui algumas diferenças importantes entre essas duas estratégias de aprendizado corporativo:

1- “Adversários”

Na gamificação, a empresa transforma a sua plataforma de treinamento em uma espécie de campeonato entre os treinandos. É uma estratégia que aplica a mecânica dos jogos a atividades do curso, sem que haja de fato um jogo envolvido. Todos participam, gerando um ambiente de competição na empresa.

O jogo instrucional é um formato de solução. O aluno realiza um curso que é formatado como um jogo de verdade, mas não compete com ninguém, interagindo sozinho com o conteúdo do jogo/curso.

2 - Reconhecimento 

A plataforma de gamificação atribui de maneira aberta para todos os participantes pontos e prêmios, gerando reconhecimento público, no âmbito do ambiente corporativo.

No jogo instrucional, apesar de estar fazendo um curso como se estivesse em um jogo, só o aluno conhece os sucessos e os insucessos do seu treinamento.

3 - Ranking 

Graças ao sistema de pontos e prêmios, a gamificação promove um ranking entre os alunos que participam do treinamento. Os melhores são reconhecidos dentro da companhia.

Já nos jogos instrucionais, o aluno não tem como se comparar com outros, apenas com sua própria performance em testes anteriores. 

4 - Aplicações

A gamificação é recomendada para situações em que a empresa precisa criar um forte componente motivacional entre as pessoas. Além de promover o engajamento, a gamificação favorece estratégias que impliquem mudanças de comportamento ou na cultura da organização.

Já o jogo instrucional é mais indicado para casos em que o conteúdo precisa ser apresentado ao aluno de uma forma mais inovadora ou estimulante. Um exemplo é a simulação de situações reais, onde o importante é avaliar a resposta do colaborador a casos concretos. O jogo instrucional favorece a recriação desses casos, ajudando a retenção da experiência. Outro exemplo é a utilização do jogo instrucional para apresentar aos colaboradores, de uma forma mais lúdica, conteúdos tidos como complexos, áridos ou maçantes ou para cursos que precisem ser repetidos com frequência. 

5 - Conceituação

Em resumo e numa abordagem rápida, na gamificação, o aluno treina jogando; no jogo instrucional, ele joga treinando. 

Tem interesse em saber mais sobre gamificação e jogos instrucionais? Entre em contato com nossos especialistas ou conheça a nossa plataforma Performa.

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MicroPower | Como criar testes de múltipla escolha para e-Learning – parte II

Como criar testes de múltipla escolha para e-Learning – parte II

Novas dicas para elaborar suas avaliações de maneira muito mais efetiva 
 
No post Múltipla escolha, destacamos três práticas básicas para você aprimorar o desenvolvimento de seus testes. Hoje, complementamos o tema com mais três dicas de como utilizar esse método de avaliação de uma forma muito mais efetiva em seu e-Learning e, assim, conseguir de fato saber o que seus colaboradores aprenderam com o seu treinamento. Confira!

Mude a ordem das alternativas corretas
Busque não criar a mesma estrutura para as respostas. Por exemplo, intercalar uma resposta correta com a letra D entre duas corretas com letra na B ou manter as corretas sempre na alternativa A. Isso porque esse padrão é facilmente percebido pelos avaliados.

Evite a resposta “todas as alternativas”
Todos já passamos por testes que contavam com uma resposta “Todas as alternativas anteriores”. Ela quase nunca aparece, por isso quando “dá as caras” é quase certo que está correta. Para os avaliados notarem esse padrão é tão simples quanto somar 1 + 1. Portanto, se você deseja incluir mais de uma alternativa correta em seus testes, faça isso de forma clara, logo no enunciado. Forneça instruções para que seus colaboradores saibam que precisam escolher mais de uma resposta correta.

Deixe de lado "manipulações"
Criar pegadinhas com a utilização de respostas semelhantes parece tentador, principalmente, se você acredita que isso tornará o teste mais desafiador para o avaliado. No entanto, se você realmente deseja saber o nível de conhecimento de seu colaborador, é bom deixar tais artimanhas de lado. Ao tentar maquiar as alternativas, ou seja, disfarçar as erradas com o uso de palavras relacionadas ao conceito certo, você só irá confundir e frustrar os participantes de seu e-Learning; sem contar que não conseguirá ter uma ideia clara daquilo que o time conhece sobre o assunto ministrado.

Referência: Portal e-Learning Industry

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