3 dicas para criar microlearning

De acordo com o Journal of Applied Psychology, as pílulas de aprendizado fazem com que a transferência do aprendizado teórico para as atividades do dia a dia seja 17% mais eficiente

Um post nas redes sociais, uma notícia que chega ao e-mail, uma rápida lida no jornal do dia, uma conferida naquele fórum sobre conteúdo técnico: é assim que os membros de sua equipe obtêm informações. Tudo chega ao cérebro rapidamente, em curtos períodos de tempo e pequenos fragmentos, as famosas pílulas de conhecimento.
 
Se você já percebeu que seus colaboradores preferem aprender dessa maneira, então por que não investir mais em pílulas de aprendizado? Facilitamos sua vida com 3 dicas simples de como criar microlearning. Confira e mãos à obra!
 
#1 Faça os módulos de aprendizagem/atualizações compatíveis com seus dispositivos móveis
A questão central do microlearning é a flexibilidade para o colaborador. Essa flexibilidade significa que todos os módulos e todas as atualizações devem ser compatíveis com seus dispositivos móveis. Isso porque dificilmente as pessoas irão acessar os conteúdos por desktops; elas irão utilizar seus smartphones e tablets, muitas vezes, enquanto estiverem se deslocando de um ponto para outro.
 
#2 Informação fragmentada
Lembre-se de que no microlearning, um bloco de informação vem quebrado em partes bem pequenas para uma fácil e rápida compreensão – o que permite aos alunos processar melhor as informações. Por isso é importante quebrar um material extenso (com 60 minutos, por exemplo) em módulos mais curtos (seis módulos de 10 minutos). Dica: exclua informações repetitivas, elimine floreios e aposte em recursos complementares, como podcasts e vídeos.
 
#3 Invista em interatividade
Encorajar seu pessoal a participar ativamente do treinamento não só irá mantê-los interessados no material, mas também proporcionará a eles a experiência de trilhar seu próprio caminho em direção ao conhecimento. Você pode proporcionar aos colaboradores um quiz interativo, ícones call to action ou até mesmo um jogo mais imersivo.
 
Referência: Portal e-Learning Industry
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